Pra quem reclama que o mês de julho é sempre monótono por causa das férias, desta vez não tem motivo para se queixar. O Sesc Belenzinho trouxe uma programação especial de atividades gratuitas paratodo o período.
A unidade Belenzinho do Sesc foi inaugurada em dezembro e quem ainda não a visitou vale a pena conferir. O local conta com uma ampla infraestrutura para esportes, palestras, entre outros. Além de um ótimo lugar para passar uma tarde à toa. Mas voltando ao assunto inicial, neste mês,o clube irá oferecer palestras e oficinas que envolvem artes visuais, literatura, música, tecnologia e até fotografia, como o workshop experimental em goma-laca.
Gostou? Então, clique aqui e veja a grade completa dos cursos.
Lembrando que o Sesc Belenzinho fica na rua Padre Adelino, número 1000, próximo ao metro Belém, em São Paulo.
Mesmo com a dúvida de que se quer o Brasil será capaz de entregar suas obras para Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 a tempo, especialistas acreditam que o País tem capacidade de realizar estes eventos de forma sustentável.
Recentemente em um trabalho acadêmico, minha equipe entrevistou o coordenador da Câmara Temática de Sustentabilidade para a Copa de 2014, Cláudio Langone, que garantiu que seu departamento está trabalhando para que as metas estabelecidas sejam cumpridas.
Outros analistas da área esportiva acreditam que apesar das obras de infraestrutura estarem atrasadas, podem ser ecologicamente corretas.
A dúvida que realmente fica é se realmente estamos preparados para receber eventos de tal porte.
Que tal olhar seu bairro de forma diferente? Esse é o propósito de um workshop de fotografia gratuito em São Miguel Paulista, na zona leste de São Paulo. O curso, que tem inscrições abertas até 28 de junho, propõe o redescobrimento da região por seus moradores.
Para isso, os educadores Mauro Bonfim e Tom Lisboa irão ministrar aulas que vão proporcionar aos alunos novas possibilidades de enxergar paisagens cotidianas. Além de uma saída fotográfica para colocar em prática o conhecimento adquirido em sala. Ao final do projeto, os participantes terão suas obras expostas no Mercado Municipal Américo Sugai, que fica no mesmo distrito.
Vanderson Atalaia, um dos criadores do workshop em São Miguel, explica a importância de desenvolver ações desse tipo na região. “O morador poderá perceber questões que lhe tragam sentido de “pertencimento” ao lugar em que mora”, afirma.
Se você mora em São Miguel Paulista e quer participar do curso, basta ter uma câmera digital e se inscrever pelo blog http://novoolharmesmolugar.blogspot.com/ até 28 de junho. As aulas acontecerão no período de 2 de junho a 27 de agosto, sempre aos sábados na Biblioteca Municipal Raimundo de Menezes, localizada na av. Nordestina.
Todos os dias encontro pessoas que fazem do asfalto o seu lar, mas há uma semana tenho visto todos os dias, duas pessoas que muito me intrigaram. Pela aparência, essas pessoas já têm mais de 50 anos e são mulheres.
Sinceramente, me senti um lixo ao ver a situação de ambas e continuar meu rumo sem prestar assistência.Mesmo em uma situação degradante, pois estavam com as peles sujas e vestes surradas, elas não mendigavam. E foi justamente esse comportamento que me chamou atenção.
Várias pessoas passavam por elas, sem nem ao menos olhar para essas senhoras, era como se fossem invisíveis. Olhavam para o nada como se estivessem procurando alguma razão para continuar respirando. Isso me chocou ainda mais.
Fui embora pensando naquelas mulheres, que poderiam ser mães, esposas, avós, mas estão na rua à deriva. Prometi a mim mesma, que voltaria no lugar onde ficam e ofereceria alguma ajuda. Mas como colaborar com alguém assim? Forma que não sejam criadas dependências ou expectativas?
Espero encontrar a resposta para isso e espero que ainda consiga encontrá-las a tempo.
Ser jornalista é ser os olhos da sociedade e retratar com ética as informações que acontecem ao redor do mundo. Apesar de muitas pessoas acharem que profissão se banalizou e que existem oportunistas sem princípios nesta área, sempre existem bons exemplos.
Um deles é o da jornalista Silvana Andrade, idealizadora da ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais), a profissional tem mais de 26 anos de carreira, já trabalhou em grandes veículos brasileiros e utiliza sua vasta experiência para gerenciar o site, que é um serviço pioneiro no mundo todo.
A agência traz notícias e informações para as pessoas que já conhecem e militam pelos direitos animais e também para os leigos no assunto. Além, é claro de ser atualizada constantemente com informações de diversos países.
Vale a pena visitar e conhecer este exemplo de ótimo trabalho!
Depois de certo tempo frequentando a cena hardcore de São Paulo, finalmente caí na real de que as coisas só acontecem porque existe alguém que as faça. O tal do “Do It Yourself” é mais difícil do que se pensa. Quando você decide fazer algo e começa a se mover é quando percebe os desafios e as barreiras impostas para conseguir organizar um show ou outro evento do tipo.
São várias coisas a se pensar, como lugar para o show, aparelhagem de som, divulgação, entre outras coisas. Realmente não é fácil, principalmente quando você fala para o responsável pelo espaço que se trata de um evento de “rock”. O preconceito toma conta da conversa e o acesso ao equipamento e infraestrutura se dificultam. Mesmo com todos esses obstáculos, vemos festivais grandes e importantes como a Verdurada acontecerem periodicamente.
O espírito DIY continua vivo na alma das pessoas que se importam com o que vivem. E todas essas barreiras não serão impedimentos e nem justificativas para não tentar. Qualquer pessoa pode fazer isso, basta querer.
Então, antes de criticar os fests alheios mova-se, procure mudanças ou ao menos se informe e tente passar por esse desafio.
Depois de uma enxurrada de acusações e baixarias, finalmente chega o dia do povo brasileiro eleger seu novo presidente. O que mais me chamou a atenção neste período eleitoral foi o uso da religião como moeda para troca de votos. Religião e política podem se misturar?
Em um país que ainda é “jovem” de democracia, essa mistura pode atrapalhar o processo democrático, pois muitas pessoas ainda não têm a devida consciência de que cada voto é valioso e que existem diversas instituições interessadas em possíveis benefícios.
É extreamamente vergonhoso tanto para um ateu quanto para um cristão, ciente de sua cidadania, ver líderes espirituais usarem nomes de divindades para conseguir votos para determinados candidatos ou apoiá-los explicitamente.
Não disponho aqui da opinião de um cientista político, mas o meu olhar de simples observadora e cidadã brasileira não me permite ser compatível com esse jogo de interesses, que leva milhões de pessoas a entregarem seu voto por pedido de líderes religiosos. A democracia do Brasil é algo extremamente sensível e complicado para deixar que existam interferências como estas que vemos.
É possível considerar as eleições do Brasil sérias? Essa é a pergunta que me faço todas as vezes em que topo com alguma propaganda eleitoral. Isso ocasiona um choque de reflexões em minha mente, pois não consigo imaginar como as eleições podem ser levadas a sério em um País, que banaliza cada vez mais o voto.
A cada período eleitoral assistimos candidatos patéticos e absurdos aparecerem diante de nossos olhos, que muitas vezes depositam a confiança em uma pessoa que nem sequer sabe o que irá fazer em seu "futuro" cargo.
É estranho pensar em votos de cabresto e vendas de voto em algumas parte do Brasil, mas é mais estranho ainda votar em um candidato porque o achou engraçado. É difícil imaginar um País democrático desta maneira, no qual jovens estão mais interessados em quem é o artista da semana do que no que poderá acontecer nos próximos quatro anos. Cada um deveria fazer um exame de consciência e verificar o quanto seu voto é importante para que o cenário político se modifique.
O projeto de construção do estádio do Corinthians em Itaquera, região leste da Grande São Paulo, me fez pensar se realmente, a periferia está preparada para abrigar tal monumento.
Como moradora de um bairro carente da cidade, tive a oportunidade de observar suas mudanças de perto. Com o passar dos anos, pude perceber que ocorreram alguns investimentos em parte de infraestrutura, mas nenhuma transformação profunda. Em comparação com redutos nobres da cidade, os subúrbios continuam marginalizados, sujos e sem capacidade física para receber tantas pessoas.
Quando se descobre que a classe C e D é uma potência consumidora, toda a iniciativa privada se mobiliza para inserir comércios e tirar proveito da situação, o que em todo caso não pode ser considerado como algo ruim, mas e quanto às ações realizadas pelo poder público para as melhorias dessas regiões?
Onde estão os avanços no transporte, no saneamento básico, na saúde, na educação e na cultura? A periferia é uma mina de ouro aos olhos de investidores, mas continua sendo esquecida pelas políticas públicas e sociais. Uma prova disso é a escassez de locais onde as pessoas possam trocar ideias, receber aulas, qualificações e ampliar seus conhecimentos.
As pessoas que aqui vivem não param, assim que as ações que deveriam tratar de melhorar as condições de vida de todas não deveriam cessar.
Reciclar consiste em selecionar materiais que são descartados para o lixo e transformá-los em novos produtos para o consumo. Os itens industrializados que podem ser reaproveitados nesse processo de transformação são: papel, plástico, vidro, metal e, até mesmo, material orgânico, que pode ser usado como adubo para plantações. Muitos destes materiais demoram séculos para entrar em decomposição. Enquanto isso, o meio ambiente e os animais sofrem com essa poluição, que coloca em risco todo o ecossistema.
Segundo dados da Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais), as atividades de reciclagem de resíduos sólidos urbanos no Brasil, ainda registram índices insatisfatórios, mas tem chance de se expandir no País. Para aumentar esses indicadores, se faz necessária a realização da coleta seletiva, que é oferecida em alguns lugares por meio da prefeitura ou repartições públicas,porém a grande maioria das cidades não possui este serviço, que acaba sendo feito por catadores. Trabalhando por conta própria ou através de cooperativas, esses trabalhadores conseguem gerar renda com o que algumas pessoas consideram inutilizável e acabam fazendo parte de uma cadeia de profissões sustentáveis.
No Brasil, existem cerca de 1,5 milhão de empregos verdes, de acordo com informações da Organização Internacional do Trabalho (OIT). As áreas de atuações variam entre os setores de pesquisa científica, energias e combustíveis renováveis, artesanato, entre outros rumos. Unindo a preocupação com o meio ambiente e a inclusão social, há oito anos, a Cooperativa União Faz a Força Itaquera (CRUFFI), entidade sem fins lucrativos, oferece oportunidades de emprego para quem não consegue uma colocação no mercado e trabalho. Além disso, a CRUFFI desenvolve um projeto, onde seus cooperados visitam residências e escolas orientando a população da região sobre a importância da reciclagem.
Quem quiser começar a reciclar seu lixo deve tomar algumas precauções, antes de sair separando todos os materiais que encontra pela frente, como lavar e secar as embalagens para não criar bactérias e colocar os recicláveis em recipientes separados de resíduos orgânicos. Feito isto, procure uma cooperativa de coleta seletiva e reciclagem e entregue seus recicláveis.
Serviço:
Cooperativa União Faz a Força de Itaquera
Av. Prof. João Batista Conti, 1271, salas 644 E e F
Conj. José Bonifácio –Itaquera – Telefone: 2523-4669
Materiais: Plástico, papel e metal.
Cooperativa de catadores (as) seletivos (as) do Parque Cocaia de São Paulo
Estrada do Schmidt,2999 Jardim Chácara do Sol – Grajaú – Telefone:(011) 5932-3279 Materiais: Plástico, Metal, Papel, Pilha, Bateria, Vidro, Embalagens Longa Vida, Tubo Dental, Tecido, Óleo, Eletrônicos, Borracha.
Cooperativa Lixo Porquê Av. Robert Kennedy, 6050 Vila Maria – Telefone: (011) 5666-9796 Materiais: Plástico, Metal, Papel, Bateria, Vidro.
IACE - Instituto de ação cultura e ecológica
Av. Mutinga, 1425
Pirituba – Telefone: (011) 6905-0563 Site: www.iace.org.br Materiais: Plástico, Metal, Papel, Embalagens Longa Vida, Óleo. Para saber se existe uma cooperativa próxima de você, acesse: http://www.cempre.org.br/ ou ligue para: (11) 3889-7806 / 8564
Em um mundo cheio de aparências e cada vez mais confuso e caótico, faço daqui um refúgio ou uma trincheira para a guerra. Em todo caso este é um espaço livre para ideias sem moralismos, sem hipocrisias e sem demagogias. Seja bem-vindo!
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Sixxx
Brazil
Vegetariana, straight edge, estudante de jornalismo e alguém em eterno aprendizado.
[mas onde quer que eu vá o meu cantinho há de ir]
-
eu precisava conversar com você, foi por isso que eu te chamei
insistentemente
foram tantas informações, tanta coisa que você me disse no outro dia, e eu...
se você jurar me ensinar a sambalançar assim
-
daí que chegou o carnaval (sim, já chegou!) e eu infelizmente não sei falar
ou ouvir sobre outra coisa.
fui contaminada por esse vírus que nos permite a...
.ghosts.
-
I realized that Dag Nasty is almost 100% of my musical posts, this one
couldn't be different!
Ghosts swirling all around you
now i don't know what to do
an...
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"O tempo não cura tudo. Aliás, o tempo não cura nada, o tempo apenas tira o
incurável do centro das atenções."(Martha Medeiros)Felipe Felix Ferreira
"BB".*...
Alice no País das Maravilhas!
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Olá, estou voltando a escrever...
Hoje recebi uma notícia muito boa!!
No dia anterior ao meu aniversário irá lançar uma nova adaptação de um dos
meus filmes...
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Positive ABC Hardcore Fest III
Still Strong: Banda Formada em Abril de 2007, por Membros de bandas como La
Revancha, Hello Bastards e Contra Cultura, leva...